quarta-feira, 29 de maio de 2013

244 - LISBOA, SEMPRE LISBOA

LISBOA, SEMPRE LISBOA
Lisboa, na sua melancolia Outonal
Busca lugares em passeios públicos
Vai chegando a chuva à Capital
Aos reis da noite, e seus súbditos
Lisboa da Amália, e da Severa
Tem a arte de bem estar
Elas cantavam p´la Primavera
Até
o Inverno chegar
Lisboa das guitarras que gemem
Nos fados de saudade e alegria
tocam, e muito pedem
Que a cidade não ande vadia
Lisboa dos touros e fados
Que o povo não dispensa
É um espectáculo sem pecados
À antiga Portuguesa
Lisboa de muitos Santos
Dá-nos o sol com ternura
Tem o rio p´ra uns quantos
Que o amam na sua brandura
Lisboa de mil amores
Vestida de sonhos e magia
Oferece perfumadas flores
Quando a beijam com poesia
de: fernando ramos

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