terça-feira, 28 de maio de 2013

239 - NOZES

NOZES
Varejei a nogueira
Porque muitas nozes tinha
Foi numa Segunda Feira
Logo p´la manhãzinha
Muitas caíram no chão
E lá tive de as apanhar
Não couberam num sacão
Outro maior fui buscar
São tantas as nozes que apanhei
Que delas me vou enfartar
Algumas eu darei
Aos amigos que encontrar
No fim de verão é sempre assim
As nozes tenho de varejar
Algumas são para mim
Que até um poema vou versar
Minhas nozes saborosas
Dão trabalho apanhar
Os amigos vos acham gostosas
E a Natureza pronta, a ofertar
de: fernando ramos

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