Apanhei uma bebedeira
Que não foi brincadeira
Foi de caixão à cova
E ainda não a curei
Quero ver como sairei
Desta situação nova
Que não foi brincadeira
Foi de caixão à cova
E ainda não a curei
Quero ver como sairei
Desta situação nova
Nunca tinha bebido tanto
Para meu grande espanto
Bebedeiras destas nunca mais
Não quero voltar a beber
Disso podem vocês querer
Para mim, esta já foi demais
Para meu grande espanto
Bebedeiras destas nunca mais
Não quero voltar a beber
Disso podem vocês querer
Para mim, esta já foi demais
Bem gostava de saber
Como nela, me fui meter
Comigo nunca tinha acontecido
Bebedeiras vão embora,
saiam da minha vida para fora,
Esta jamais devia ter sucedido
Como nela, me fui meter
Comigo nunca tinha acontecido
Bebedeiras vão embora,
saiam da minha vida para fora,
Esta jamais devia ter sucedido
Bebedeiras não é para mim
Porque acho que sim
Outra destas nem me quero lembrar
Com ela eu vou aprender
Vocês podem bem querer
Que comigo, ela não fica a ganhar
Porque acho que sim
Outra destas nem me quero lembrar
Com ela eu vou aprender
Vocês podem bem querer
Que comigo, ela não fica a ganhar
Podiam fazer a fineza,
de quando beber à mesa
Darem-me uma sova
Se outra bebedeira apanhar
Porque não quero ganhar
Mais uma de caixão à cova
De:
fernando ramosde quando beber à mesa
Darem-me uma sova
Se outra bebedeira apanhar
Porque não quero ganhar
Mais uma de caixão à cova
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