sábado, 29 de junho de 2013

328 - FILHOS DA RUA

FILHOS DA RUA

São filhos da rua,
Mas chamam lhes, os sem abrigo
Tem esta má sorte, que podia ser a tua,
Andar nesta vida com algum perigo
Vivem junto da natureza,
E alguns, é sem eira nem beira
Sabemos nós, com alguma certeza,
Que são poucos, que esta vida queira
Todos eles tem muitas histórias,
E algumas são, bem bonitas talvez
Mas agora as suas vitórias,
É viver um dia de cada vez
Eles, não são desgraçados,
Nem uns pobres coitadinhos
Alguns vivem esperançados,
Que a vida mude, mesmo aos bocadinhos
Para eles, a esperança é uma cedência,
Que pediram em tempos à felicidade
Querem, e procuram paciência
Para ultrapassar esta infelicidade
Ser sem Abrigo, até nem bem soa,
E alguns querem novas oportunidades
Só que a moral, já não é boa,
Para quem vive assim nas cidades
de: fernando ramos
02.11.2005

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