LISBOA E SEUS BAIRROS
Lisboa Apaixonada e bonita
Oferece o sol com cortesia
Perfuma seus bairros e acredita
Que o povo a ama de noite e dia
Oferece o sol com cortesia
Perfuma seus bairros e acredita
Que o povo a ama de noite e dia
Leva Lisboa sua poesia
Aos bairros de gente boa
Algumas quadras são alegria
Que as vai deixar na Madragoa
O povo as escuta com emoção
Num silêncio de arrepiar
Madragoa presta atenção
É Lisboa que está a declamar
E ao Bairro Alto que também ama
Dá lhes mais poemas de primor
As gentes nas ruas os declama
Com mestria e rigor
E no Bairro Alto das colinas
Que olha Lisboa lá no cimo
Não vê de lá as antigas salinas
Mas um povo que lhe dá muito mimo
Em Alfama, Lisboa se perde
Em poesia alegre e de liberdade
Os trovadores de lá, a ela pede
Poemas de pouca saudade
E as varinas muito charmosas
Que por Alfama moram
Dão pregões de frases gostosas
Aos turistas que as enamoram
E na Mouraria, Lisboa escreve o amor
P´ra fadistas de voz rouca e melada
Onde num poema lhes diz sem pudor
Que por eles está apaixonada
O fado, o povo canta nas esquinas
Em belas noites de calor e Luar
Onde turistas cortejam as varinas
Que na Mouraria as querem amar
Lisboa é destes bairros do povo
E ainda de outros mais
Com eles brinda com vinho novo
No Rio Tejo juntinho ao cais
de:
fernando ramos
Aos bairros de gente boa
Algumas quadras são alegria
Que as vai deixar na Madragoa
O povo as escuta com emoção
Num silêncio de arrepiar
Madragoa presta atenção
É Lisboa que está a declamar
E ao Bairro Alto que também ama
Dá lhes mais poemas de primor
As gentes nas ruas os declama
Com mestria e rigor
E no Bairro Alto das colinas
Que olha Lisboa lá no cimo
Não vê de lá as antigas salinas
Mas um povo que lhe dá muito mimo
Em Alfama, Lisboa se perde
Em poesia alegre e de liberdade
Os trovadores de lá, a ela pede
Poemas de pouca saudade
E as varinas muito charmosas
Que por Alfama moram
Dão pregões de frases gostosas
Aos turistas que as enamoram
E na Mouraria, Lisboa escreve o amor
P´ra fadistas de voz rouca e melada
Onde num poema lhes diz sem pudor
Que por eles está apaixonada
O fado, o povo canta nas esquinas
Em belas noites de calor e Luar
Onde turistas cortejam as varinas
Que na Mouraria as querem amar
Lisboa é destes bairros do povo
E ainda de outros mais
Com eles brinda com vinho novo
No Rio Tejo juntinho ao cais
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