NOSSOS PRAZERES
À noite, quando rasgas minha roupa
docemente expões minha nudez,
e num brando vai-vem
me possuis sem poréns
Meus receios, em ti se perdem
de desejos, e a eles me entrego
numa sofreguidão sem retorno
docemente expões minha nudez,
e num brando vai-vem
me possuis sem poréns
Meus receios, em ti se perdem
de desejos, e a eles me entrego
numa sofreguidão sem retorno
E na noite em que me tens,
ela corre como um rio
direito a um mar de paixão,
num tempo nunca terminado
p’ra nossos exuberantes momentos
E eu, de olhos fechados
tenho teu corpo feito meu,
e perdida de amor me sinto
imensamente feliz
ela corre como um rio
direito a um mar de paixão,
num tempo nunca terminado
p’ra nossos exuberantes momentos
E eu, de olhos fechados
tenho teu corpo feito meu,
e perdida de amor me sinto
imensamente feliz
Como testemunha,
a lua nova espreita
guardando nossos segredos no
infinito da sua curiosidade
Nossos doces momentos
jamais os perderemos na alma,
e faremos chegar a nosso coração
todos os beijos empregnados de amor
sabendo sempre como o primeiro
Depois, abrindo olhos
deixamos entrar nosso futuro
que chega com a manhã radiosa,
lembrando que outras noites virão
e que voltarão p’ra saciar nossos
recônditos prazeres
guardando nossos segredos no
infinito da sua curiosidade
Nossos doces momentos
jamais os perderemos na alma,
e faremos chegar a nosso coração
todos os beijos empregnados de amor
sabendo sempre como o primeiro
Depois, abrindo olhos
deixamos entrar nosso futuro
que chega com a manhã radiosa,
lembrando que outras noites virão
e que voltarão p’ra saciar nossos
recônditos prazeres
de Fernando Ramos

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